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Um novo mistério da série, que ocorre no episódio dez da segunda temporada, quando Mr Eko enfrenta a fumaça preta, e a câmera passa por dentro da fumaça, e por causa de sua eletricidade aparecem flashes. Mas não é só isso. Pois em cada flash aparece uma imagem. no primeiro flash aparece uma pessoa usando óculos , no segundo flash aparece o que parece ser o Mr Eko abraçando seu irmão , e no terceiro flash aparece a Virgem Maria .

Do inglês “The Others”, são citados pela primeira vez pela mulher francesa, um grupo de pessoas que já habitavam a ilha muito antes da queda do avião da Oceanic. Eles capturam pessoas que julgam ser boas e integram-nas no seu meio. No final da segunda temporada da série muitas coisas foram reveladas sobre Os Outros, como o facto do seu verdadeiro líder ser um homem que esteve prisioneiro do grupo de Jack e dizia chamar-se Henry Gale. Logo no inicio da terceira temporada, “Os Outros” aparecem em uma pequena vila no meio da ilha, vestidos em roupa casual e agindo normalmente ao contrário da antiga visão que se tinha deles, a de selvagens.

Dentro da escotilha (ver acima) um computador em que, a cada 108 minutos (108 = 4 + 8 + 15 + 16 + 23 + 42, os bad numbers), deve ser digitado um código (que, curiosamente, é composto pelos “Bad Numbers”) e um botão deve ser apertado. Caso não se aperte o botão, ocorrerá uma grande concentração de eletromagnetismo naquela área e, provavelmente, isso desestabilizará o Geomagnetismo. Na segunda das duas únicas vezes em que o botão não foi apertado a tempo (Último episódio da segunda temporada), Desmond activou um dispositivo de emergência escondido na escotilha que, acredita-se, tenha feito com que a mesma fosse destruída.

Durante uma expedição na floresta, John Locke (Terry O’Quinn) e Boone (Ian Somerhalder) encontram uma misteriosa escotilha enterrada no solo. Após tentar abri-la, eles a mantêm em segredo do resto dos sobreviventes. Aberta a escotilha e descoberto nela um refugiado — Desmond —, muitas perguntas em Lost são criadas, mas nenhuma delas é respondida. Os números (ver acima) também são encontrados aqui: na própria porta que protegia o abrigo (bunker) eles apareciam. Também deveriam ser digitados no computador da escotilha (ver abaixo). Ao final da segunda temporada ela é destruída, já que em função dos acontecimentos do final da segunda temporada, ela perde a sua utilidade.

Chamados popularmente de “bad numbers” (em português: números malditos), são números que aparecem misteriosamente em todo lugar durante a história de Lost. São eles: 4 8 15 16 23 42. São, por exemplo, os números que Hurley apostou na loteria, e depois disso os números o têm atormentado e dado azar. Também constituem o código para o computador da escotilha. Esses algarismos também aparecem soltos por toda a parte: a princípio eram 48 sobreviventes, o vôo 815 da Oceanic tem os números 8 e 15, o portão de embarque era o 23, a porta do quarto de hotel onde Sun tinha aulas de inglês era 1516, etc.

O jogo online da rede ABC, The Lost Experience, já revelou as primeiras surpresas aos seus participantes. Dentre elas, um vídeo - que mostra como um matemático (fictício) foi contratado pela ONU em 1962 para calcular o tempo até a auto-extinção da humanidade, seja através de guerras, pragas ou superpopulação.

O resultado do trabalho foi a Equação de Valenzetti, que tem como fatores fundamentais alguns hieróglifos egípcios, aos quais foram atribuídos valores: 4, 8, 15, 16, 23 e 42. Assim, a fundação Hanso criou a Iniciativa Dharma (Department of Heuristics And Research on Material Applications - sigla em Inglês para Departamento de Heurística e Pesquisa em Aplicações Materiais) para afastar o apocalipse calculado e tentar alterar a equação, prolongando a vida humana na Terra. Mas, como a segunda parte do vídeo explica, seu impaciente presidente, o Dr. Thomas Mittelwerk, pretende resolver o problema de forma imediata, eliminando 30 % da população mundial.

Esses números aparecem sempre na série, tais como nos remédios que Desmond toma logo no 1º episódio da 2ª temporada e também muitas vezes disfarçados e escondidos, sendo no número de viaturas policiais ou até nos anos em que algum fato ocorre durante o enredo.